TESTEMUNHAIS

É maravilhoso ver um projeto como este.
Hoje as pessoas só se preocupam com coisas materiais, vaidades, poder econômico.
Eu vi o Professor Carlão plantar essa semente, vi ele regando, vi essa árvore crescer e agora está na hora de ela dar os frutos.
Tenho certeza que as pessoas vão perceber que a vida é muito mais do que elas imaginam.
A vida é doar aos outros um pouco de amor, um pouco de carinho.

Oswaldo Rezende Jr., Jornalista

Eu apoio a sua luta pelo incentivo à doação de sangue e de medula óssea.
Descobri que as pessoas só aprendem o ato de doar na dor ou no amor.
No meu caso, primeiro foi pelo medo de perder o meu avô. Na época, eu tinha 18 anos.
Quando soube que poderia dar um pouco de mim para salvá-lo, eu não medi esforços. Uma bolsa de sangue foi para o banco.
Para alguns, o meu ato representou que eu o amava muito. E, eu enxerguei que era tão simples e fácil demonstrar esse amor.
Então, passei a ser uma doadora de sangue com regularidade. Mas, na correria da vida, eu confesso que me esqueci de manter a minha solidariedade.
Até que, me deparei com situação parecida, vi o meu amigo Ginez César sofrendo com a esposa Luciana Clemente, numa UTI. Ela precisava de sangue, fui uma das primeiras a correr para fila da doação, depois voltei para o cadastro de freqüentadora do Hemosul.
Porém, mulheres têm mais complicações, vem o tal do ciclo menstrual e nem todo dia é possível para coleta do sangue, aí, você adia e só retorna, quando é pega de novo de surpresa. Infelizmente, eu vivi isso várias vezes. Em uma delas, eu chorei muito, quando fui ao Hospital Regional e soube que você, Carlão, estava muito mal.
Daquele momento, ganhei até uma carteirinha de doadora de sangue e de medula. Os meses passaram e você foi se recuperando. Para alegria de todos, conquistou um transplante compatível. Eu acreditei e acredito na sua cura! Assim, como também mantive minhas orações e fé de que o amigo Renan Rios teria o mesmo destino. Ele era um anjo e voltou para o céu! Deixou em nós o sentimento de que talvez tudo poderia ter sido diferente.
No meu coração bateu a tristeza por ter doado o sangue a ele só uma vez! Eu deveria ter sido menos egoísta e batalhado por mais uma doação.
Quantas outras pessoas também não têm essa sensação?
Desde então, eu penso que não posso mais falhar na minha data de doação e ficar esperando outra pessoa próxima adoecer para eu me movimentar.
Por incentivar a todos a se mobilizarem antes de enfrentarem o desespero de perder alguém muito querido ou para tentar minimizar a dor do próximo, estou com você!
Vamos sim batalhar pela criação do Instituto Filantrópico “Sangue Bom”! O meu é!
De uma sonhadora que gosta de viver intensamente e deseja ver todos curtirem a vida com muita saúde!
Carlão, siga em frente! A sua luta continua, mas você não está sozinho! Estamos com você!

Neiba Ota, Mãe, jornalista, corredora e doadora

O Instituto Sangue Bom é um exercício importantíssimo de cidadania com virtudes.
Quem se engaja nesse projeto pratica a gentileza, generosidade, fraternidade. É a possibilidade de ser exemplo através de ações promovidas e provocadas pelo Instituto.
É um exercício sobre a graça divina de poder viver.
É uma mudança de pensamento e a oportunidade das pessoas poderem fazer e praticar a fraternidade e a percepção de a vida se constrói assim, com cada um ajudando o próximo.

Luis Eduardo Costa, Secretário Adjunto Semadur

É inspiradora a importância do Instituto Sangue Bom como ajuda humanitária.
Precisamos muito que o terceiro setor, do qual o Instituto faz parte, tenha apoio de todos para continuar a ajudar vidas e crescer cada vez mais com projetos que ajudem a coletividade.

Marcelo Salomão, Superintendente do Procon-MS